terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

Freud explica?

Nas tardes frias de Londres, enquanto estava totalmente bicudo sobre os efeitos da cocaína, Sigmund Freud consultou vários pacientes. Durante todos esses anos a medicina tentou esconder esses incríveis relatos do maior expoente da psico-entorpecência.

- Martha, sua vagabunda, mova esse rabo gordo e vá atender a porta!

- Papai! Como você pode falar assim com a mamãe? Você não percebe que vai ferir o Superego dela? – Freud dá uma tapa na bunda de sua esposa e responde a sua filha:

- Fica calma, Anna. Sua mãe não lembrará de nada. Normalmente a mantenho sob hipnose para que obedeça aos meus desejos mais obscuros. – na porta surge Josef Breuer velho amigo do psicanalista. Breuer cumprimenta Martha dando dois apertões em seus peitos.

- Fom! Fom! – Martha dá um sorriso e sai da sala, enquanto Anna recrimina os atos de Breuer:

- Tio Josef, isso é simplesmente repugnante!

- Desculpe minha querida, mas hoje é quarta-feira e sempre permito que meu Id me controle as quartas. Quer sentar aqui no colinho do titio Breuer? – Fredu interrompeu o amigo:

- Anna, minha filha, vai brincar de Banco Semiótico com suas amiguinhas e deixe-me conversar com o meu bom amigo Breuer. – Anna saiu da sala, e Freud continuou – Bem, meu amigo, o que posso fazer por você?

- Sabe, Freud, eu acho que estou tendo algumas alucinações e... – Freud interrompeu o amigo.

- Calma. Tu acha que é assim. Chega apertando os peitinhos da minha mulher, mandando a minha filha sentar no seu colo e vai cuspindo os seus problemas para cima de mim? Tá maluco? Tá doidão? Pode deitar no divã e ir abaixando as calças.

- Que porra é essa Freud?

- Pois é, agora eu tenho uma nova regra. Só atendo pacientes no divã e com roupas intimas. Assim não corro o risco de alguém puxar um revólver no meio da sessão, me render, me estuprar e depois mijar em cima de mim.

- Porra, e quem ia se doido de fazer uma coisa dessas?

- Todos os meus pacientes, cacete! Se eles não fossem doidos não me procurariam!

- Eu não vou tirar coisa nenhuma.

- É ruim de não. Pode ir baixando as calcinhas. E tem mais. Abre a carteira e pode puxar 200 mangos.

- 200? Mas você sempre cobrou 100! Que inflação é essa?

- Nenhuma. Eu continuo cobrando 100. Os outros 100 você tem que rasgar na minha frente pra provar que é maluco de verdade. Eu sou Freud, porra! Os mais picões dos picões da psicanálise! Eu só atendo maluco de verdade, que rasga dinheiro e tudo mais!

- Mas é fácil você ser o maioral da psicanálise, você inventou essa idiotice. Se eu quiser eu sou o melhor jogador de escobola do mundo!

- Que porra é essa de escobola?

- Sei lá, um jogo que eu inventei agora e eu sou o grande campeão!

- Eu heim, que papo de maluco. Tá certo, você me convenceu. Pode rasgar só 50.

- Eu não vou rasgar uma nota de 50!

- Ou rasga 50 ou come a sua própria merda!

- Tá bom, eu vou rasgar 50. Posso contar qual é o meu problema agora?

- Manda, biduzão.

- Eu estou tendo sonhos muito estranhos. Sonho que estou no futuro.

- E?

- E as pessoas são estranhas, não falam mais olhando nos olhos e sim por meios eletrônicos. Eu sonho que no futuro elas falam através de um aparelho portátil chamado celular e mandam cartas eletrônicas chamadas de e-mails.

- Putz, que babaquice. É evidente que você quer comer a sua mãe.

- Não vejo como isso tem haver com a minha mãe.

- Mas você admite que quer comer a sua própria mãe!

- Eu não disse isso!

- Mas também não negou!

- Bem...

- A há!

- Como assim “A há”!

- Esse “bem...”, entregou tudo. Isso é clássico! Ato Falho!

- Isso não é um Ato Fálico.

- A há!

- Que foi?

- Você disse Ato Fálico!

- Eu não disse nada!

- Disse sim!

- E isso também quer dizer que eu quero comer a minha mãe?

- Não! Isso quer dizer que você tem complexo de pênis pequeno!

- Eu não tenho pênis pequeno, pode perguntar para...

- A sua mãe?

- Olha Freud, eu estou cansado dessa baboseira. Toda semana eu venho aqui e toda semana você diz que eu quero comer a minha mãe. Você comeu a sua por acaso?

- Na verdade hipnotizei Martha para que ela se comportasse como a minha mãe.

- E ai?

- Não aconteceu nada. A filha da puta me colocou de castigo e eu passei dois dias dentro do meu quarto até o efeito da hipnose acabar.

- E daí você não tentou mais?

- Tentei mais uma vez?

- Conseguiu?

- Bem, quando ela virou a minha mãe ficou me mandando fazer o dever de casa. Encheu tanto o saco que fui até o espelho e me hipnotizei para acreditar que era meu pai.

- E ai você comeu ela?

- Sim. Fiz exatamente o que meu pai fazia com a minha mãe. Enchi os córneos e comi Martha na porrada.

- Oh...

- Bem, seu tempo acabou meu bom amigo. Boa sorte na sua tentativa de comer a sua mãe.

- Mas eu não quero comer a minha mãe!!!

- É uma pena, você não sabe o que está perdendo....

- Freud, seu filho da puta. Você comeu a minha mãe? Como eu não vi?

- Foi naquele dia que você foi campeão de Escobola.

- Ora seu....

- Parta, meu bom amigo. Depois eu te mando um e-mail com as fotos da sua mãe.

6 comentários:

  1. hahaha cara vc anda "lendo" muito ultimamente né... vai tirar um diálogo desses lá da pqp hoiahioauh

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  2. Vou mandar este texto para minha amiga pscicologa, sempre botamos pilha nela q Fread era um cheirador doidão e tudo q ela estuda é fruto de uma mente pertubada pelas drogas!

    Ela não gosta muito!
    =)

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  3. ...classe, agora vou jogar uma partida de escobola on-line.

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  4. oiehaheoaiehae
    mto bom

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  5. Hhuahuahua

    Se manda muito bem nos seus textos!

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